terça-feira, 31 de julho de 2012

É o Fim Do Mundo!!!!!


Já pensou?

... se o amor existisse de verdade entre as pessoas, sem fingimento, puro e verdadeiro.....?

... se a gente desse também a capa a quem pedisse a túnica....?

... se a gente andasse um montão junto com quem pediu uma breve companhia...?

... se a gente tivesse coragem de emprestar sem esperar devolução....?

... se gente oferecesse sempre uma outra face da situação, quando dos e nos momentos de desentendimento, agressão, conflito.....?

... se a gente desse de comer e beber aos inimigos e assim amontoássemos brasas vivas sobre a sua consciência de forma que o inimigo percebesse sua condição e tivesse oportunidade de iniciar uma revolução em sua vida.....?

... se fossemos o sal que salgando o mundo desse sabor à vida....?

... se lembrássemos que o sal se dissolve e desaparece para dar sabor...?

... se fossemos a luz que ilumina o mundo e evidencia o que antes era encoberto pelas trevas...?

... se nos dispuséssemos a jamais julgar alguém, jamais emitir um veredicto sobre alguém, jamais condenar alguém, jamais amaldiçoar alguém...?

... se pudéssemos jamais pensar que alguém não é filho de uma digníssima mãe...?

... se pensássemos a nosso próprio respeito apenas moderadamente o que convém, e com fé.....?

... se finalmente entendêssemos que somos parte de um mesmo corpo, que precisamos um do outro sem nenhuma pré-condição, sem nenhum pré-conceito, sem nenhum pré-julgamento, sem nenhuma pré-restrição, sem..... sem nenhuma pós-condição, sem nenhum pós-conceito, sem nenhum pós-julgamento, sem nenhuma pós-restrição, sem.....?

... se jamais quiséssemos escravizar alguém física, emocional, psicologicamente,....?

... se nossa relação de uns para com outros fosse sempre de igualdade....?

... se lembrássemos que deveríamos considerar o outro como superior a nós mesmos...?

... se lembrássemos que sendo o outro superior deveríamos servi-lo...?

... se nos apegássemos ao bem e nos aborrecêssemos do mal....?

... se buscássemos a unanimidade e não a diferença, na nossa diversidade...?

... se não buscássemos a vingança....?

... se não devolvêssemos o mal com outro mal.....?

... se não amaldiçoássemos, e sim abençoássemos os que nos perseguem...?

... se fossemos cuidadosos uns para com os outros...?

... se a nossa ganância e ambição fossem regadas de humildade.....?

... se nossa sabedoria não fosse ensimesmada...?

... se nos alegrássemos com as alegrias alheias....?

... se fossemos solidários com as tristezas alheias...?

... se utilizássemos nosso patrimônio de forma a suprir as necessidades uns dos outros....?

... se nossas necessidades fossem somente reais necessidades...?

... se nossos guias financeiros fossem os lírios do campo e as aves do céu...?

... se nosso patrimônio pudesse não ser sinônimo de riquezas....?

... se nossa riqueza fosse somente valores que nem a traça, nem a ferrugem pudessem corroer e, nem o ladrão pudesse roubar, e nem o vizinho pudesse invejar...?

... se  as decisões humanas não fossem mais medidas apenas pelos critérios da utilidade ou das moralidades que impedem a instauração de uma verdadeira consciência em fé...?

... se o medo e culpa não fossem mais o motor das nossas ações, mas apenas a Lei do Amor que os lança fora...?



Seria o “Fim do mundo”!!!


Acho que eu o quero.....o Fim do Mundo, o Evangelho!
Não é nada ruim, pelo contrário, muito, mas muito bom!
Jesus Cristo, o evangelho de Deus para os homens!
Nós, simplesmente pra nós!

Em co-autoria com Felipe Epprecht Douverny, publicado simultaneamente no blog Pensacional

Evangelho = boa notícia.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Assim ou assado, ou quem sabe nem um nem outro

Acompanhando a discussão toda que se instaurou em torno da PL 122 e todos os codinomes que a mesma recebeu resolvi colocar aqui minha opinião.

Em primeiro lugar, creio que devemos admitir que todos nascemos com desejos entranhados. Não sei se por conta do arquétipo sócio - econômico - cultural - temporal - geo-político, por conta da genealogia, por conta do DNA, ou por conta do que?...... mas vejo claramente que as vontades, desejos, tendências, quase nunca tem uma explicação razoável.

Há muitos que tentam, mas eu não estou convencido. Falo aqui das opções não conscientes. Aquelas que nos fazem decidir sem pensar, sem arquitetar nada. Apenas agir. E agir naturalmente, não como quem incorporou loucuras em seu estado de ser e se esconde numa pseudo-naturalidade para justificar atos estranhos.

Concordando ou não temos que respeitar as opiniões e decisões de todos. Algumas dessas decisões soam estranhamente. Outras nem discutimos - "teje preso"! (afinal as decisões de matar, roubar, e as demais classificadas como crimes já foram discutidas - talvez nem tanto quanto deveriam - ou que fazer com tais indivíduos - tem recuperação? não? sim? xiiiiiiiiiiii........).

Pessoas são pessoas. Tem o Espirito da vida dentro delas e mesmo tomando decisões que não combinam com esse Espírito, Ele continua lá (por vezes nós mesmos tomamos a decisão de mandá-lo embora - e condenamos muitos à morte - de vários jeitos, formas, mecanismos, enfim......).

Ninguém é obrigado a gostar, mas todos somos obrigados a respeitar.

Por um homem a morte, por outro a ressurreição!

Era uma vez.... num jardim......(ou seria numa condição de consciência?)......um homem (e sua mulher - primeiro ela depois ele? - serve de desculpa até hoje).....fez uma escolha:

"SER" pro conta própria.

Não funcionou. "MORREU" (ou perdeu a capacidade que tinha de consciência, ela perturbou-se, confundiu-se, não foi mais capaz de decidir com arbítrio pois perdeu a visão do todo, olhou para si mesmo e cobriu-se com folhas de figueira!!!, envergonhou-se).

"Nos otros", não tivemos a opção. Já herdamos essa incapacidade. Nascemos nela e com ela.

Nós que somos pó moldado pelo Criador, que recebemos o sopro de vida, Seu Espírito, que vive em nós, mesmo que a gente não perceba, não entenda, não se dê conta. Pois se respiramos é porque o sopro de vida habita em nós. Se perdermos a capacidade de respirar, morremos porque o sopro de vida já não habita o pó! E o pó moldado vira pó poeira.

Nós não temos com decidir certo! Mesmo nosso mais certo é cheio de incoerências, esquisitisses, injustiças sem querer, às vezes querendo no íntimo.

Nascemos mortos, vivemos mortos.

Estranho movimento, vivos mortos, mortos vivos; e com o Espirito em nós!!!! Loucura!!!

Mas houve um que mergulhando na morte pra valer a venceu. Conquistou a ressurreição.

Grande mistério! Humano e Divino ao mesmo tempo!

Nasceu de um de nós, era um de nós, limitado pela carne como nós o somos, mas ilimitado no Espírito como nós não somos.

Tememos. Ainda usamos as folhas de figueira!

Mas Ele não. Fez o que tinha que ser feito ( não sei o que nem porque nem como - mas fez).

Resultado: Ressurreição à disposição.

E aí vem o dilema:

Morremos sem opção, ressuscitaremos sem opção?

Decidi continuar só no próximo post.

marcus